Para baixo e avante!
Assunto batido e debatido, a decadência do psytrance do Brasil já foi assunto diversas vezes aqui no Psicodelia. Contudo, é frequente passarmos por cima das causas. Afinal, porque tantas repetições de projetos em festas? Por que a inovação é tímida ou inexistente?
Uma das principais causas que podemos identificar é o esvaziamento dos projetos. Produtores antes focados exclusivamente no psytrance hoje se dedicam a mais de um projeto; mais do que isso, focam-se mais nos projetos paralelos do que ao meio que os consagrou.
O exemplo mais claro e acessível aos brasileiros provavelmente é o de Gabriel Serrasqueiro. O paulista se consagrou como um dos monstros sagrados da história do psytrance entre 2002-2007, emplacando um sem número de clássicos do full on sob o aka Wrecked Machines ou Growling Machines, e se tornou figura fácil em toda e qualquer open air. Depois, começou a se dedicar a projetos paralelos, como o extinto Velkro (em conjunto com Marcelo VOR), e hoje tem como prioridade o Gabe Live, projeto de minimal techno/tech house. Não é difícil perceber essa prioridade: Gabe lança tracks novas de seu projeto de low quase semanalmente (em parcerias com figurões como Gui Boratto, Christian Smith e D-nox); quanto ao Wrecked Machines, bem, há quanto tempo você não vê uma track nova?
Gabe é o exemplo maior e mais acessível dessa tendência, e por isso, mas certeza não é o único. Já que falamos em “monstros sagrados”, o que dizer do GMS? Se nos anos 90 e início dos 2000 era verdadeira máquina de produzir psytrance, hoje os lançamentos se tornam cada vez mais esparsos, e em sua maioria são remixes. Motivo? Atenção especial ao projeto de progressive-house Riktam & Bansi!
Além das novas prioridades, há que se pesar a repercussão por vezes maior dos projetos alternativos. Simon Schwendener, conhecido no mundo do full on como “Freakulizer“, tem tido muito mais atenção pelos sombrios tech-house’s que lança sob o nome de Khainz.
E não para por ai. Shanghai do Paranormal Attack, passa a produzir electro porradeira como o Underconstruction; Dino Psaras como Stripper; Liquid Soul, produzindo techno como Sleek; Reshef do Quantize, como seu novo projeto solo de techno Sheff; Ace ventura como Schatsi. Até Krome Angels é cada vez mais electro que psychedelic. E a lista continua.
Enfim, o que pretendemos dizer é que produtores antes focados e dedicados ao psytrance hoje não tem o estilo como único foco ou mesmo como prioridade. Isso contribui para a formação de um ciclo:
- Num primeiro momento, diminuição drástica na quantidade de tracks produzidas e marcantes;
- Num segundo, diminui a relevância do estilo e, consequentemente, reduz-se o número de pessoas influenciadas a produzir trance psicodélico;
- Num terceiro momento, cujo reflexo já vemos há algum tempo, é a repetição de projetos, repetição de tracks, repetição de lines, repetição de festas. Assim, a saturação causada pela onipresença dos mesmos projetos e mesmas apresentações se confunde com saturação do estilo.
E o ciclo assim é realimentado…
Não é a toa que o psy tem descido em espiral, em quantidade e qualidade nas grandes festas. A conversão a outros estilos da musica eletrônica é consequência direta. Se isso é positivo ou negativo, cabe a cada um avaliar – eu, por exemplo, admito que só passo dos 130 bpm’s ultimamente para ouvir dubstep.
Contudo, ainda há gente inovando e sendo absolutamente fiel ao nosso acelerado estilo. Será que não está na hora das grandes festas olhar para esse pessoal? Deixo como exemplo Logica e Twenty Eight, dois projetos de extrema qualidade de full on groove, compostos por brazucas, que nunca ou quase nunca são prestigiados pelo circuito Sul-Sudeste.
-
E você? Concordo com esse diagnóstico? Tem se convertido às batidas desaceleradas ou continua fiel ao psy?











Akah
26/01/2010
Já falei sobre isso em outro post meu, mas abordei de outra maneira….
Aqui
http://www.psicodelia.org/noticias/polemica/evolucao-adaptacao-ou-falta-de-opcao/
Exatamente: a repetição e falta de produções novas …
“a saturação causada pela onipresença dos mesmos projetos e mesmas apresentações se confunde com saturação do estilo.”
Enfim..
Vou deixar um link aqui de produções antigas..de projetos consagrados que hoje não faço questão de ver nas festas, por sempre nos trazerem as mesmas coisas..
Sem contar também que hoje os lançamentos são “remixes”.. e psicodelia, em sua raiz, que é bom mesmo, nada….
http://www.youtube.com/view_play_list?p=0F5A2E5353298E5A&search_query=silici0
Acho que não preciso dizer mais nada.
Pena não ter presenciado essa época.
=**
FunGu_
26/01/2010
Gostei da matéria como uma severa crítica aos núcleos, principalmente de sp. Ponto.
Mas discordo ou tenho uma visão diferente de alguns pontos:
- A maioria dos projetos citados são mainstream. E mainstream funciona nessa metamorfose ambulante pra todo o sempre (não q isso seja ruim, mas pode ser rs), seja ela no psy, no pop, no sertanejo ou no samba… Ou seja, a onde a vaca vai, esses caras vão atrás. Onde tem grana, onde está o público, eles estão atrás. Agora pegue como exemplo o Janczur e a Paula, que fazem um set de dark. Vcs vêem eles migrando pros sons do momento?
ps: Velkro = VOR + Gabe, não?
ps2: O termo ‘LOW’ pra variar é repugnante. Não vejo o mesmo termo quando o som é um psy, HIGH ???
ps3: Dubstep é o som! rsrs
Abs!
fefe sabino
26/01/2010
Realmente essa lista ta muito boa mesmo so fera…
Vinicius Martinez
26/01/2010
Acredito que muito da cena do verdadeiro “full/on” esteja bastante desgastada. Muito se da com a imagem vinculada do som acelerado, ao uso de drogas (principalmente o ecstasy).
Não vour ficar discutindo aqui sobre liberação/legalização ou qualquer tema relacionado a isso, mas não da pra fugir da idéia de que a cena ficou muito manchanda com a popularização da cena psicodélica e posteriormente, com a massificação da música e consequentemente o surgimento do “frito” de festa. Hoje infelizmente, quem vai a uma festa e prefere ficar ouvindo full on, é tachado sim de frito entre outras coisas. Muitas pessoas, costumam dizer que “não da pra ouvir full on careta”, o que prejudica também o “ambiente” das casas noturnas
Outra coisa que vale ressaltar é que houve uma diminuição absurda de lugares que tocam “full on”. Atualmente moro em São Paulo, e pra ser sincero só sei de 3 locais que tocam esse tipo de gênero. Sei que para alguns pode parecer muito, mas pra uma cidade como São paulo, não é nada.
Baseado nisso esses produtores para conseguir mais lugares para tocar e consequentemente mais dinheiro, se “rendem” aos novos gêneros.
Acredito que também que a cena esteja muito contaminada por produtores que não dão a mínimas mais para a verdadeira cena psicodélica e veem o “psy”, como forma de ganhar dinheiro ou fama, e como o mesmo já não está muito bem das pernas, mudam de ritmo/ gênero.
Pra fechar minha opinião, o que realmente afetou a cena full on:
- Vinculação do pessoal que gosta de full ao uso de drogas;
- Diminiuição dos locais (clubs) que tocam full on;
- Diminuição da duração de festas (antes as festas duravam praticamente 24 horas, hoje dificilmente passam de 12 e com o surgimento de novos ritmos como electro, tech-house, etc., o full on é “sacrificado”);
- festas específicas (antes a maioria das festas eram praticamente de full on, depois algumas festas como a Zenith, Sirius focaram em “Low-BPM” e essa tendência só cresce, agora..Quando foi a última festa que mais de 85% do Line era de Full On ?)
- perda de espaço em rádio (lembro que certa vez estava ouvindo uma rádio tida como “Joven”, e começou a tocar um set de full on..Isso faz mais de 3 anos)
Acho que é isso.
Pensando por outro lado, acho até bom…o full on voltar ao underground e as festas que tocam esse tipo de música voltarem a serem do jeito que era antes
=)
Paz
FunGu_
26/01/2010
Aliás – sei q a pauta não é essa – mas o que é low?
Pra mim 130 bpm é bem ‘HIGH’
rsrs
Guilherme Raicoski
26/01/2010
FunGu, também nao sou entusiasta do termo “low”. Eh uma generalizaçao esquisita mesmo. Senao teriamos o High
Usei o termo soh pq ele , querendo ou nao, é bastante difundido, e serve para apontar os estilos de bpm’s baixos de maneira geral sem ter que me referir a eles em especifico. E, no fim das contas, nunca vi nenhum dos produtores citados acima migrando pro drum ‘n bass, gabba ou acid techno…
Eh tosco, concordo, mas vai a serviço da objetividade.
Concordo que ha artistas fiéis ao estilo (tbém nao vejo o Fabio Leal, que acompanho mais, abandonando o prog dark). O que quis apontar é realmente o esvaziamento do psytrance nas grandes festas. Nao ha como negar que o alcance do psy esta cada vez menor. Isso nao é necessariamente ruim, mas demonstra que o estilo esta numa trajetoria de saida das grandes festas – ou melhor, das festas grandes – e de refluxo ao underground
Quanto ao Velkro, viajei mesmo; ja esta arrumado. Valu o toque!
FunGu_
26/01/2010
Bem, essa questão dos termos é bem subjetiva. Seria drum, ‘LOW’ para os amantes de speedy core? E assim vai… Entendi sua intenção Guilherme.
Mas o que vc falou é fato, as festas grandes, assim como os projetos ‘grandes’, migram de vertentes, assim como migram as gaivotas de tempos em tempos rsrs
Psytrance, não é mais o som da moda. E pros amantes da mesma (não sou um deles rs), eu só vejo motivos pra comemorar. As festas sérias, voltadas pra esse gênero, se tornarão menos assecíveis, mais undergrounds, com mais respeito entre os frequentadores que realmente pregam pela cultura além dos bpms acelerados.
Triste é pra mim, que tenho que ir pra Thally (nada contra quem vai) só pra ver o Loko tocar meu tech-house do coração rs
Abraços velho, questões assim sempre são legais de ‘discutir’.
Bruno
26/01/2010
Bom, esse é o velho ciclo de sempre. Toda música, gênero ou estilo sofre essa variação, e se reflete em todo o mercado que o circunda. Não é exclusivo do Psytrance, nem de sua cultura. A partir do momento em que ocorre a massificação, a tendência é essa mesmo… após o auge… vem o declínio, a queda da qualidade… Aconteceu com o rock n roll, com o punk, com o techno, etc…
Discutir sobre elas é quase como correr atrás do próprio rabo. Existem inúmeros fatores que causam esse “declínio” do full on, se assim podemos dizer. Mas sempre existirão pessoas ligadas a essa cultura, e essas poucas pessoas levarão seu ideal para frente… até que o ciclo retome… Perguntem aos pioneiros do gênero no Brasil se eles um dia sonharam que o psytrance iria ganhar essas proporções…
Isso é exatamente o que está acontecendo com a XXXPerience… ou eles retomam as raízes ou se vendem de vez… porque os dois juntos é IMPOSSÍVEL, não é mesmo? Não faz sentido nem culturalmente, nem artisticamente, nem visualmente, mto menos ideologicamente…
Sou publicitário por formação, e quando me perguntam sobre o futuro da propaganda eu sempre respondo “que a publicidade estará onde o publico estiver”. E o mainstream funciona da mesma maneira.
Independente do gênero, gosto é de música boa! E música boa é como religião ou futebol, uma coisa difícil de se discutir…
Roosevelt Soares
26/01/2010
Show Guilherme. Curto sua ótica. Mas eu por exemplo, vejo as coisas de forma diferente, mas admito que seja uma sensação fácil de acreditar quando você mede as coisas tendo como referência só o mainstream. Que por si só, é incompleto.
O mainstream da música eletrônica no Brasil nunca se abriu pro psy-trance e o psy-trance no Brasil chegou até seu limite como movimento independente. Independente que digo, é com relação aos eventos se manterem só com o bolso do seu público. Abandonar o psy-trance foi puramente estratégico pra abocanhar patrocínios, trazer novas opções e segurança pra novos empreendimentos e re-oxigenar o público e consecutivamente o mercado. De quebra, ter a chance de passar a ser parte do mainstream da música eletrônica no Brasil.
Referencias sonoras do psy-trance por aqui, como Wrecked Machines, GMS, Dimitri Nakov foram apenas remodelados. Toda galera do psy-trance estão onde sempre tiveram, apenas com nomes diferentes.
O público que segue essas referencias, se viu perdido e foi obrigado a seguir a tendência ou desgostar do artista que adaptou seu produto de sobrevivência ao mercado. E que não quer dizer que perdeu ou ganhou qualidade…
Porém o psychedelic trance vai muito bem e finalmente sem a atenção de curiosos e de produtores musicais que só o são, por falta de opção melhor. E o fato curioso, é que ao mainstream fazer essa manobra, de redesenhar as referencias, esses produtores por falta de opção, foram juntos e assim deu uma limpada nas festas e nas sonoridades, que agora só se destacam se forem boas mesmo, pois essas, criculam novamente nas mãos de ótimos DJs, e cai na boca de um péblico fiel, que busca a música e agora pode curtir sossegado sem ouvir ela sendo repetida 50x no mesmo final de semana.
Como disse um dos participantes acima, pena é de que viu sua sonoridade e suas festas invadidas por essa massa.
Abs!
chan
26/01/2010
psytrance está em descida em espiral só pras festas modinhas do paraná e sao paulo, psytrance está forte em goiania rio grande do sul e nordeste!
Smokonut
27/01/2010
Gostei dessa matéria pq da mesmo pra perceber esse tendencia mais e mais esses tempos… Voce ate esqueceu o projeto Dot.Com dos Djs Phanatic e Stereomatic, quem tbm manda um electro poderoso. Nao é q nao curto tudo isso, axo o ultimo album do GMS, o Remixes Vol. 2, otimo e tbm curto as batidas electro dos Krome Angels!! Mas bom, fico um fiel fa de full-on e axo q nas raves, tem q continuar a convidar artistas desse estilo. Como vc falou, pq nao convidar novos projetos, q tocam unicamente full-on. No Brasil tem vaaarios e um saia pra frente pra mim, eh Pure Energy!!! E tbm em Israel, tem muitos novos projetos saindo e quem tem altas qualidades; falo de Faders, Mystical Complex, Sundose, …
Entendo q os Djs de full-on, depois de tantos anos, talvez querem se virar em outros estilos, pra experimentar, mas ja tem tantos Djs de Prog, House, Techno, Electro, … Pq eles nao experimentam so, e continuam a tocar e produzir o tipo de musica que consagrou eles no mundo?? Ate em alguns anos, Djs PsyTrance vao ser raros ^^
Isso eh a minha opiniao, diretamente da Belgica!
Abraços a todos e aproveitem do seu verao maravilhoso, aqui, temos -10
Jorge Henríque Colluço
27/01/2010
Guilherme sempre mandando ver em suas matérias. Mais um material assaz pertinente.
O texto está muito bem escrito, conquanto seja difícil fazer uma análise desta natureza. Eu mesmo, embora concordando com o Guilherme, ainda fico indeciso no tocante às causas desta “migração” de vertentes.
Eu sou um amante do Full-On e, embora eu goste bastante do Electro, mas não tanto do Minimal, Tech-House e do Progressive House, não vou deixar de continuar gostando. Na minha região, por exemplo, isto já virou realidade: grande ênfase está sendo dada aos artistas que se dedicam ao “low bpm”. Contudo, sempre é bom saber que há outros que também sentem “saudade” da vertente psicodélica.
Aguardo comentários ulteriores.
alan
27/01/2010
full on tem q ter sempre nas open airs, eh oq faz a festa girar, low bpm fica aquela chatice repetitiva ngm dançando pqp q raiva, FULL ON SEMPRE TEM Q TER NAS OPEN AIRS eu já nem vou mais em festas q predominam o low bpm, porra se eu quero escutar goteira eu vou em qlq club aqui perto de casa
fefe sabino
27/01/2010
Realmente o low ta meio que fora de moda na cena eletronica
FunGu_
27/01/2010
Só pra complementar; a cena da música eletrônica é cíclica. Várias das vertentes já tiveram seus altos e logo dps seus baixos. Vejo que o psytrance voltou, ou está voltando pro seu lugar ‘de origem’. Naquela festa mais afastada, que a galera fica sabendo mais pelo boca boca.
Ainda vejo algumas festas predominadas pelos bpms mais altos, que são as festas que tentam manter ali, uma raíz.
Agora, não peça pra que uma festa grande toque isso ou aquilo, eles vão tocar o que atrair mais público sem dar a mínima pro que o público pensa.
Eu fui assíduo participante da comunidade da Kaballah por uns 3 anos. Até nos tempos de vacas magras sempre dei apoio e fiz críticas sim, mas construtivas. Uniram-se com a Orbital, tiraram o world stage music (que eu tanto elogiava), me baniram da comunidade e baniram as pessoas que mais davam audiência e opiniões válidas pra mesma.
O Respeito das festas grandes, JÁ ACABOU! Se é que tiveram um dia.
Iti
27/01/2010
Conheci a música eletrônica ouvindo techno, mas a lágrima escorreu e o coração bateu mais forte quando ouvi pela primeira vez psytrance, no estilo mais antigo e definido goatrance…foi amor à primeira vista! Hoje escuto e viajo outros estilos os quais aceito bem (Prog no estilo Ticon e Quantize), mas sinceramente, é o Full On q me deixa louco; a sequência de porradas uma depois da outra e mais rápido até doq eu posso ouvir me fascina!! E querem ouvir uma coisa: sinto q isso naum vai mudar nunca! A questão de artistas migrarem de estilo (como casos citados Xangai, Gabriel Serrasqueiro, e mais recentemente Krome Angels) não sou contra, pois lembrando que mesmo que gostem (sejam apaixonados pelo que fazem, a maioria senão todos vivem de produzir música; e lógicamente vão produzir oque as pessoas querem ouvir. Mas dizer que eu concordo NÃO! eu naum concordo nem um pouco até porque eu tambem perco (e muito) quando estes artistas deixam de produzir ou tocar em OPEN AIRS oq eu espero q eles toquem. Mas enfim: sucesso à todos!
Lucas
27/01/2010
Causa… Modinha ? dinheiro (óbvio)?
o “novo” pessoal está para ir em festas grandes para se drogarem ou escutar aquelas tracks paralelas e remixadas, a que bomba por um mês e somem como “participante de reality show”, a musica que não tem sentido, somente uma musica para agradar o público por suas batidas graves ou vocais etc… O palco psytrance está por baixo mais não para…. um dia eles vão pra outra e nosso psychedelic retorna a ser oque era antes…
Amanda Wolinger
4/02/2010
O que mais temo é que seja o fim do full on e psytrance, infelizmente. ….
luiz
5/02/2010
psytrance sempre, como nas palavras do iti,
“a lágrima escorreu e o coração bateu mais forte quando ouvi pela primeira vez psytrance, no estilo mais antigo e definido goatrance…foi amor à primeira vista!”
só vou corrigir ele numa coisa -> foi amor à primeira batida
Os artistas estão migrando de estilo pq a cena se desgastou mto com a popularização, ninguém que realmente sabe o que é deixou de gostar de psy, apenas estamos temporariamente hibernando esperando o proximo verão pra voltarmos a crescer e acelerar, mas até lá, a turba vai dançar rebolation com o parangolé, ou seiláqual a proxima modinha
O fato é que as lows meio q espantaram a turba de fritos, mas só no começo, pq já estão vindo com suas dancinhas ensaiadas e caretinhas de chapéu em marcha lenta. Mas pelo menos eles se entompem de aditivos em marcha lenta tbm daí, a cena não fica tão horrorosa.
luiz
5/02/2010
putsz fun-gu espero que vc leia isso.
Eu ajudei a organziar nas primeiras Kabalahs com o Sam. Ajudei assim, qause anonimamente, sem receber nada, aliás acabei ganhando vips pelo trabalho, mas isso era há muito tempo. Já na edição 4 ele se associou e na 5 vendeu sua parte (se não me flaha a memória com numeros),
Ou seja, desde 2007 a kabalah não tem mais nehuma participação do Sam. A festa é de um grupo de investidores
Isso é o mesmo que o SBT sem o silvio santos.
Quem conhece o Sam sabe do q eu toh falando.
E a orbital sempre foi da no limits, inspirada no que aprenderam da exxperiencia que ganharam do Rica e do Feio