Surdos aprendem a ser DJs
Surdos aprendem a ser DJs
Você já deve ter visto alguma notícia sobre raves especialmente produzidas para pessoas com deficiência auditiva ou sobre surdos que vão a clubes com sistemas de som poderosos dançar as vibrações de grandes linhas de baixo. Quem sabe você até já conheceu algum surdo em uma festa.
Pois agora surgem os primeiros – até onde eu saiba – alunos surdos de uma escola de DJs.
A matéria apareceu ontem no TV Folha e é bem legal.
Leia a matéria completa aqui.
O único caso de um DJ surdo de que já havia ouvido falar era o DJ Frankie Wilde do filme Ritmo Acelerado (It's all Gone Pete Tong) de 2004, que supostamente é baseado em uma história real.
Nós aqui do Psicodelia achamos a história muito bacana e desejamos toda a sorte aos novos DJs. A iniciativa é pra lá de interessante e tomara que gere frutos pelo Brasil todo.
Os profetas do apocalipse, a turminha chata que ainda insiste que DJ de verdade é só quem toca com vinil, certamente vai achar que é piada. Bem, piada mesmo vai ser quando começarem a argumentar que, se já não era mais necessário técnica, agora não é nem preciso ouvir para ser DJ.
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DJ/Produtor e amante do som estranho. Já toquei minimal, techno, house, tech house, dubstep, uk funky, crack house, electro, maximal, future garage e drum'n bass. Um dia resolvi tocar o f*da-se e me encontrei na mistura de tudo. Somos complexos de mais para viver em uma única sonoridade.





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