Ecstasy, geração rave e estados alterados de consciência em livro

Não só as páginas policiais andam ocupadas em falar de ecstasy. Se de um lado tem gente que insiste nas potencialidades terapêuticas e até místicas do ecstasy, do outro sobram comentários que chegam ao cúmulo de dizer que é uma “droga do demônio”. Mas, indo muito além das notícias de prisões e apreensões da droga, muitos escritores vem se aprofundando no tema e produzindo livros que com toda certeza vão dar o que falar.
Por si só, um livro sobre ecstasy já seria capaz de causar muita polêmica simplesmente pela escolha do assunto. Agora, imaginem quando os autores resolvem traçar uma relação direta entre a droga, nossa geração e nossa cultura. Esse é o caso de “Ecstasy: Three tales of Chemical Romance“, de Irvine Welsh, e de “The incredibly strange history of ecstasy “, do jornalista e escritor inglês Tim Pilcher.
Como dissemos ontem, o livro de Irvine Welsh está sendo adaptado para o cinema. Pensando que o autor da obra é o mesmo de Trainspotting, dá pra prever os acalorados comentários que vai gerar.
Já o livro de Tim Pilcher, que tem essa capa super animada que vocês podem ver aí, traz um vasto material de pesquisa, com dados diversos e vários depoimentos. Agora, polêmica mesmo é a opinião do escritor americano Douglas Rushkoff, inserida no prefácio do livro. Rushkoff afirmou que cada movimento cultural tem a droga que merece. Assim como os hippies foram diretamente associados ao uso de LSD, não é difícil concluir que o escritor tece uma ligação direta entre nossa geração e o uso dessa substância.
Claro que esse tipo de generalização simplifica muito a análise e traz certo teor negativo. Assim como nem todo mundo era hippie nos anos 70 e nem todos os hippies usavam drogas, não dá pra dizer que todos os jovens de hoje fazem uso de ecstasy ou que curtem música eletrônica. Mas, a frase serve pra pensarmos sobre como vamos ser lembrados e a que vamos ser associados no futuro. A parte positiva é que, em termos de música, se hoje já se fala em geração rave, ável daqui a alguns anos vai ser difícil mencionar nossa geração sem falar nesse tipo de festa.
Mais sobre psicoativos
Pilcher e Welsh não são os primeiros e dificilmente serão os últimos a abordar o uso de substâncias psicoativas e seu papel em uma determinada cultura. O psicólogo e PhD. Thimoty Leary deu a cara à tapa, acabou expulso de Harvard e chegou a ir para a cadeia pela sua pregação ao uso de drogas psicodélicas. Leary foi o mentor intelectual de John Lennon. E até Bill Gates e Steve Jobs (um dos fundadores da Apple) já admitiram ter adotado algumas das práticas aconselhadas por ele.
Apesar de toda a condenação do uso de drogas, é claro que a polêmica entre os críticos e os defensores dos psicoativos não deve acabar. Isso porque, por mais que não se saiba exatamente quando o homem começou a fazer uso dessas substâncias, dá para dizer que a prática acompanha a própria história da humanidade. Afinal, pouco tempo deve ter se passado entre o surgimento do homem na Terra e o primeiro dia que alguém decidiu experimentar alguma erva meio diferente para ver no que dava.
Para Saber Mais
Saiba mais sobre psicoativos no Avisos Psicodélicos, um site que defende, vejam só, o uso de “substâncias psicodélicas” como uma forma de combate ao materialismo do nosso mundo.
Outro site curioso é o Ecstasy.org que tem as mais variadas informações sobre a droga (em inglês).
Importante
As informações disponíveis nesta página possuem apenas caráter educativo, sem a intenção de fazer apologia ao consumo de qualquer substância, lícita ou ilícita.








Rafael
7/08/2008
O maior portal é o http://www.erowid.org/ mas falando mais sobre ecstasy, da para ver o percurso de mudanças que ela teve no decorrer do tempo, em 2000/2001 até um pouco mais depois o principio ativo delas eram o DMA, um psicoativo muito forte e quase igual um LSD, hoje os principios ativos sao as anfetaminas…
Na epoca de 00/01 ainda existiam MDMA em barras, cristal, liquido (diluido) e muitos outros, hoje é a frebe das anfetaminas em alta concentração.
So uma curiosidade, a maior parte das drogas (ecstasy) vem de Amsterdan, geralmente sao gringos que as trazem, presos pela interpol sao deportados e nao sao presos por la… O_o
Chaz
7/08/2008
conheço algumas bolinhas da capa
xD
procurei pra baixar esses livros
mas nao consegui o.O
acho que o uso das substancias psicodelicas devia ser mais pensado
pelos proprios usuarios
nao eh soh uma pira
tem toda uma levada espiritual e etc
;]
miguel
11/08/2008
alguem sabe de onde baixar esse livro !!!
se alguem souber me mande um email please!!
miguel_skt100@hotmail.com
flww
Jose
13/08/2008
onde tem pra comprar, em português ?
Abs.
Cris
13/08/2008
Está pra sair uma edição aqui no Brasil, mas não se sabe exatamente quando. Por enquanto, infelizmente, só a edição em inglês mesmo. Mas, pra quem quiser a versão original, é fácil de encontrar em sites como o amazon.com.
Shadday Moraes
19/08/2008
…Felismente vivemos em um mundo livreee…onde não podemos proibir as pessoas do que faze ou dexam de fazer..e todo mundo tem o mesmo direito se uns ou outros curtem toma UMA BALA(nome mais conhecidos nas raves)..poo que tomem…não prejudicando a sociedade podem fazer o que quizer!!!
Mas acho que curti UM BOM PSY..UM BOM ELECTRO HAUSE…não precisa desse complemento pra curti uma RAVE..UMA PRIVETE..UMA AFTER!!!
Apesar que isso vai de cada um..estou aqui espondo minha idéia..por que JÁ FIZ O USO DISSO… e hj posso dizer com toda certezaa…que não preciso disso
pra curti minhas raves…e olha que vou sempre quando posso!!!
Só uma coisa pra dize…ESSA TRIBO: rave… VEIO PRA FICA E NÃO VAMOS FAZE COM QUE ISSO SE VÁ..POR CAUSA DE UNS E OUTROS!!!
Luciano
27/09/2008
Cara vc deve ser meio retardado
vc só sabe falar de lsd e esctasy …… e cade a magia dos cogumelos
os amanitas muscarias…. os psylocibes …. Salvia … Mornig glory
se vc não tem nada que falar de psicodélico
então abandone esse site que vc não mente ativa
seu ipócrita
de ANFETAMINAS
que não traz coisas boas tente um santo daime que é melhor….blz
responda eu gosto de provocar blz tudo na pa valeu…
Cris Trevisan
29/09/2008
Luciano, não se preocupe. Existe uma saída para pessoas como você. E é muito simples. Caso você ainda não tenha percebido, a internet é livre e cada um acessa o que acha melhor. Se você não gosta do site, ótimo, existe inúmeras opções de conteúdo disponíveis…
Mas, vamos esclarecer uma coisa, já que você encontrou dificuldades de interpretação do post. Veja só o que vem escrito no final: “As informações disponíveis nesta página possuem apenas caráter educativo, sem a intenção de fazer apologia ao consumo de qualquer substância, lícita ou ilícita”. Entendeu?
De qualquer forma, acho que estabelecer ou discutir um conceito como psicodelia e se ela ocorre mediante o uso de uma ou outra substância é ridículo. Não é um conceito científico, matemático ou qualquer coisa do gênero que alguém possa ler em um livro e dizer que sabe exatamente o que significa.
Quem é você para dizer exatamente o que é psicodelia? Um enviado de Deus? Espero ter sido didática…
Eliel
3/10/2008
Luciano,
Eu falo aqui no blog de tudo que tem a ver com a cena eletrônica. DJs, festas, polêmicas e drogas também. Nesse post em especial tratamos do ecstasy, e em outros abordamos outros assuntos. Se você é burro a ponto de não entender isso, ou apenas não curte os textos, a dica é simples: VAZA.
E retardado é o cara que pensa que pode chegar aqui e tentar escrever (em um português porco) o que quiser. Ou você não sabe que seu IP fica registrado? Aliás, você sabe o que é um IP e o que pode ser feito a partir dele?
Se cuide.
eduardo
28/01/2009
Bom eu ja consumo a muito tempo e o hoje ja consigo me controlar piro mais na música a droga é só um passageiro em minha nave curta esse som Extrawelt – Dasding Plattenleger-20-05-2006 muito flw