Psicodelia.org

XXXPerience 13 anos: fotos e review

19 de novembro de 2009 | Por Guilherme | Em Festas, Fotos |

4116174168_08a261cd9d_o

O Psicodelia esteve novamente presente no último sábado na Fazenda Maeda, em Itu, para conferir a última – e maior – festa eletrônica do ano.

E talvez a mais polêmica.

O público de cerca de 25 mil pessoas e de dezenas de guarda-chuvas Oakley pôde ver de tudo: grandes apresentações e performances decepcionantes; espaços bacanas e decorações longe do esperado; forte calor e intensa chuva. Confira a seguir nossa avaliação sobre cada um dos pontos da festa:

Decoração

xxx2

A decoração foi sem dúvida o grande destaque… com alguns pontos positivos e vários NEGATIVOS. Para começar, o Castelo dos Sonhos, embora de longa distância chamasse a atenção, de perto – e principalmente à luz do dia – ficou aquém do se esperava, tendo em vista a bela imagem do site principal. As estruturas básicas do palco principal ficavam bem evidentes. As placas que formavam o castelo, monocromáticas, planas e finas, pouco impressionavam. A cascatas prometidas, que mudariam de cor durante as apresentações, nada mais eram do que buracos de 4 por 4 metros abertos em cada uma das laterais com água corrente na parte de cima. E, infelizmente, não se pode ver a divulgada mudança de cores.

A Árvore da Prosperidade, tenda propagandeada como “gigantesca”, era insuficiente em tamanho e ineficiente na contenção da chuva que deu as caras no inicio da manhã em Itu. Além de ter um tamanho absolutamente desproporcional ao tamanho do Main Stage, ela era vazada. Dessa forma, nos momentos de chuva, não havia qualquer proteção. Quem não conseguia se abrigar de maneira adequada sob a Árvore teve que procurar outras tendas ou arrumar um cantinho na superlotada praça de alimentação.

O Portal das Luzes, onde rolaram as apresentações de Minimal/Techno, foi o que mais se aproximou do que foi prometido. O painel de leds no teto criou um verdadeiro efeito de club, principalmente na parte da noite, e a cobertura foi suficiente para abrigar os fãs do low bpm da chuva.

Na porção esquerda do complexo, o Jardim das Energias, grande novidade dessa XXX, com apresentações de Electro, Maximal e Breakbeat, chamou a atenção pela escassa decoração. Tratava-se basicamente de uma tenda, um palco e caixas de som.

Enfim, uma palavra positiva pode ser dita a respeito do telão do palco principal: enorme, inteiriço, com uma excelente definição e sem nenhuma falha. A isso se pode aliar o belo trabalho dos VJ’s, com imagens e vídeos belíssimos e variados, o que garantiu o grande ponto forte da decoração.

Som

Embora muitas pessoas tenham reclamado do volume das caixas, em todas as tendas o som pareceu à nossa equipe bastante intenso, com destaque para o sistema do Jardim das Energias, que segurou bem os potentes graves de apresentações como as de Database e Felguk. O grande ponto de interrogação ficou com a primeira metade do live do Paranormal Attack. Os bumbos e demais elementos de bateria tinham pouquíssima intensidade. Contudo, isso provavelmente se deve mais ao acerto de som da banda do que a alguma eventual falha no som, que estava tinindo na apresentação anterior, de Cosmonet vs Audio-X.

Pista/Limpeza

Desde as melhorias realizadas para a edição de aniversario de 2008, houve alguma avaria ao gramado da Maeda. Contudo, nada que comprometesse a mobilidade dos presentes. Mesmo com a chuva, não se formaram grandes focos de lama. Ponto positivo.

A limpeza é um caso a parte. Na parte da manhã, a quantidade de lixo espalhado impressionava! Garrafas, latas, papéis e bitucas de cigarro competindo com malas e gente por espaço. A causa? Embora houvesse constante trabalho da equipe de limpeza no recolhimento dos residuos, as latas de lixo se concentravam basicamente sob a reduzida Arvore da Prosperidade. Contudo, se há um grande responsável pelo lixo é, infelizmente, o público.

A absoluta falta de consciência de boa parte do presentes, que não se furtavam a atirar suas garrafas e latas ao chão foi o grande responsável pelo lamentável estado da fazenda no fim da festa. O mais triste é o fato desse tipo de atitude ir na contra-mão justamente do espírito de consciência ecológica pregado pela produção da festa.

O mesmo pode ser dito em relação aos banheiros. Mesmo se podendo questionar a constância com que as “casinhas” eram limpas, bastavam dois ou três bárbaros sem muita visão espacial para arrasar os sanitários, não importa o quão limpos ou sujos estivessem antes.

Segurança/Revista

A revista na entrada seguiu o rigor caracteristico das festas de São Paulo, com revista de tênis e mochilas. Contudo, em nenhum momento houve desrespeito por parte dos seguranças e expressões como “boa noite”, “com licença” e “tenha uma boa festa” estavam na ponta da língua dos profissionais. Há alguns relatos de abuso, mas não parece ter sido uma prática generalizada.

Todavia, em relação à segurança geral do evento, houve muitos relatos a respeito de furto de malas e de oculos. Embora não tenhamos presenciado nada diretamente, cabe trazer os muitos comentários a respeito disso, feitos principalmente nas comunidades da XXXperience no orkut.

Preços

Bar: Para quem frequenta as festas de Curitiba, os preços praticados não trouxeram surpresa. 5 reais pela água, 5 reais pela cerveja, 10 reais pela catuaba, 15 reais pelo energético. Destaque positivo para o combo de cervejas, cujo boleto com 5 latas(de 269 ml, isso é bem verdade)podia ser adquirido por 20 reais sem a necessidade de se pegar todas de uma vez. Trata-se de um preço elevado, mas nada além de preços cobrados no circuito dos clubs de São Paulo ou do sul do pais. Considerando que se trata de um festival de musica eletrônica cheio de atrações internacionais, e não uma rave como manifestação de contra-cultura, houve alguma coerência entre os preços praticados e a proposta da festa.

Comida: 10 reais no hot dog, 20 reais no yakissoba! Quem não trouxe seus biscoitos ou barrinhas de cereal, ou quem não se contentava com o pouco sabor dessas comidinhas, teve que enfrentar os elevadissimos preços praticados na praça de alimentação, que na opinião da maioria da festa realmente fugiram da realidade.

Público

Infelizmente, ao lado da decoração – e talvez à frente dela – mais um destaque negativo vai para o público da XXXperience.

Não estamos falando apenas das caricaturas da música eletrônica, que estavam presentes em peso. Dos dançarinos de “rebolation”, do “sensualiza” (ou de uma variante intermediária entre esses dois) até o “bonde da oakley” (que dão até um certo toque de humor às festas, diga-se), a opinião generalizada se refere à falta de união do público. Não havia aquela integração que costumamos – ou costumávamos – ver em nossas festas.

Sempre se ouve que XXXperience é a festa mais mainstream, que atrai mais frequentadores “aventureiros”, mas essa edição bateu todos os recordes. Criava-se até uma atmosfera pesada, uma energia negativa com essa onipresença do trash, especialmente na área do palco principal.

LINE

Algumas considerações a respeito da formatação. Alguns nomes pareceram um tanto deslocados. O pesado som de Azax Syndrom, embora tenha tido uma boa apresentação, seria muito mais bem colocado entre Rica e Feio e Krome Angels, por exemplo, do que no inicio da festa, antes do full on groove/melodico de Cosmonet Vs Audio-X. Wrecked Machines, por exemplo, que hoje tem produções de vertente psytrance minimalista, fez um set recheado por tracks antigas, o que embora tenha criado um clima de nostalgia para os fãs, é fruto de um line que não respeitou por completo as características atuais de cada artista.

Em linhas gerais, podemos destacar no fullon a boa apresentação de Azax Syndrom – embora Rezev tenha dado uma verdadeira aula de lambaeróbica, interagindo pouco com a música que rolava e com os equipamentos – e de Loud, que trouxe os elementos de psicodelia e intensidade, com breakdown inesperados e linhas de baixo rasgadíssimas, que faltaram a praticamente todos os outros headliners. Como previsto aqui no Psicodelia, conquistou aos poucos o público e saiu aclamado como provavelmente o melhor live de fullon da festa.

Negativamente, podemos destacar o previsivel Krome Angels, que compensou a falta de novas tracks com novas roupas e com os vocais supérfluos – embora bem trabalhados – de Rochelle von K, e principalmente a fraca apresentação do combalido Paranormal Attack, que desagradou gregos e troianos pela falta de intensidade nos kicks, pelo excesso de Rock ‘n Roll e falta de música eletrônica.

Agora, fato é que o full on foi personagem secundário na festa. Alguns destaques devem ser feitos:

Quantize: o extraordinário e pesadíssimo progressive dos israelenses do Quantize apedrejou o público já durante a manhã. Intensidade, psicodelia, proatividade no set e grande interação com a pista deram o tom.

Dr. Lektroluv: o homem verde precisou de somente um telefone, um casaco prateado e um case recheado de tracks de electro cru, reto e rasgadissimo para acabar com a festa. Uma sonoridade bastante diferente, mesmo dos electros que costumam tocar nas festas open air, e mixagens que beiravam a perfeição conquistaram os presentes e consagraram o projeto belga. Pelo feedback do público, parece que a festa foi dele!

Stripper: o desconhecido projeto de Marc Adamo e Dino Psaras compensou a apresentação dos anjos cromados com um techno/electro sério e muito bem produzido. Boa surpresa.

Felguk: consagrados a cada festa em que tocam, os atuais reis do electro nacional lotaram o Jardim das Energias e fizeram mais uma apresentação memorável, que muitos definem como a melhor de todo o festival. Não há dúvida de que poderiam – ou deveriam ? – compor o line do Palco Principal.

Oliver Huntemann e Stephan Bodzin: levaram ao delírio os fãs do techno no Portal das Luzes. Durante as performances eram frequentes os urros e aplausos entusiasmados.

Balanço

É complicado fazer um balanço final da festa. Mesmo com alguns pontos positivos, ficou uma sensação de estranheza no ar. Sem medo de sermos exigentes em excesso, parece que ficou faltando algo para esse festival que teve em 2009 a responsabilidade de ser o maior do Brasil.

A decoração fora do prometido em vários aspectos, a escassez de apresentações memoráveis como na XXX 12 anos e o destaque negativo para boa parte do público nos deixou com uma impressão mista. Foi bom, mas podia – e devia – ser mais. Frente à redução no número de festas e à ausência da edição de aniversário da Tribe, a última grande festa do ano nos deixa levemente apreensivos em relação a 2010 e ao futuro das open airs no Brasil.

Mas isso é assunto para outro post.

Fotos!

_DSC1279

Escrito por Guilherme

Só mais um apaixonado pela cultura eletrônica. Já publicou 39 artigos no Psicodelia.

Veja todos aqui | Blog | E-mail

22 Comentários


  1. Marco Antonio
    19/11/2009

    O público que chega na XXX não é mais aqueles de antigamente. Como meus amigos falam, tem muito maloqueiro e bandidinho chegando nas festinhas e estragando o ambiente.

    Por isso cada vez mais estou indo em festinhas menores com público selecionado, que respeita um ao outro. Ae eu pergunto por que esses maloqueiros não chega numa Respect em um Universo Paralello, por que eles não sabem a tradição dos festivais.

    Pensam que dançar é que nem grupinho de Street Dance, passos sincornizados achando que esta abalando e o pessoal pagando um pal.
    Ae eu vejo pessoal reclamando dos valores dos convites, para mim ta legal por que ae corta esse tipo de pessoas. Mais em qualquer lugar terá as pessoas que arrasta nas festas grandes. Não só na XXX 13anos mais na Tribe Light foi a mesma coisa.

    Valores de bebidas acho que pegaram forte. Os caras compram direto do fornecedor com desconto. Da para pegar mais leve nos valores.

    Questão do Som:
    Realmente estava baixo, estava na tendinha grudado na caixa vendo Elle Allien, quando entrou Oliver Huntermannn, pensei comigo vou sair daqui que o cara vai matar. Só pensei pois o som continuou baixo que dava para conversa de boa com a galera do lado.

    Espero que o ano quevem o LINE esteja mais fino, tem muitos projetos bons ai que o Brasil ainda não viu que poderiam trazer.

    Confiram o Line da Magic Paradise que vai rolar agora dia 28/11
    http://www.magicparadise.com.br/

    Sem palavras pelo Line.

    Abraço ae galera
    Vamos sempre ter a paz e amizade presente, para levar por anos essas festinhas boas.


  2. Thais
    19/11/2009

    Tbm esperei mtoo por essa XxX, ainda mais q a de Búzios e a Tribe foram canceladas. Nunca tinha ido em uma rave grande, há 3 anos estou para ir na XxX.
    Foi fraca, mto fraca, esses electros me cansam, esperava mais full on. Esperava mais união entre os frequentadores. Sinceramente me senti em um show da Mix.


  3. Rubens Cavalheiro
    19/11/2009

    Killer on the Dancefloor !!!!

    Curti pra caraio…


  4. Jonny
    19/11/2009

    Festa fraquíssima mesmo, muita publicidade e pouca repercussão na realidade. Palco feito às coxas, tenda minúscula deixando o povo na chuva, gangues de ladrões à espreita roubando mochilas e celulares ao primeiro descuido, preços abusivos nas bebidas e na péssima comida, som baixo e desorganizado, exageraram no low – 4 palcos sendo 3 tocando low bpm e depois o principal só tocou low até o fim. Acho que a XXX perdeu a essência de rave faz muito tempo. O Low bpm não é uma tendência e sim mais uma moda, pois eu percebi claramente o quanto o palco principal agita e fica lotado quando se toca um bom full on.

    A No Limits ainda engatinha no quesito organização, mas pelo menos não foi como a Orbital de Itu no começo de Abril, onde seguranças extorquiam, abriam as portas dos banheiros, xingavam, e boa parte deles é condenado, ex-presidiários, de crimes hediondos.

    O público da festa em sua maioria não tem união mesmo e pouco entende da simbologia de uma rave, assim como os organizadores cujo foco total é encher o bolso de grana sem dar um respaudo em atrações que valham a pena. Lamentável essa festa e triste é o futuro das raves dessa No Limits. 9 deles respondem por homicídio devido a Tribe do ano passado na pedreira. A reputação das raves seria outra, se pessoas de melhor caráter tomassem a dianteira da organização desses eventos no Brasil. Triste. Muito triste.


  5. Kmikz
    19/11/2009

    To com vc Thais

    Som Fraquicimo o Home de casa tava rebentando mais que o da XXX Fora que nos todos esperavamos aquela Vibe a Tenda do main stage gigantesca mas economizaram para a area vip ali sim investiram algo.Mas ae que mora o perigo acho que todos que vem curtindo esse ano as vibe ja deu para reparar no tamanho da area vip, Setor azul e tudo mais. Esta cada vez maior a turma q curti full on como eu amo de frente com as caixas ja nao consegue mais fica perto delas por causa DO BACK SATGE que hoje esse nome ja passou para FRONT SATAGE por esta muito grande. Sendo que o maior publico é do main stage. Essa situaçao esta aparetando que nos teremos que comprar os convite Vip para curti de frente com as caixas bem dizer ser obrigado!!
    Resumindo Hoje esses grandes empresarios desses enormes eventos ja nao estao fazendo porque ama trasmiti a musica a nos e sim pela ganancia do dinheiro.

    bom essa é minha opiniao obrigado


  6. João Silva Menezes
    20/11/2009

    Alguns DJs com seu talento foram os responsáveis pelo mínimo de divertimento que tive nessa festa, que pecou em todos os aspectos.

    Organização sofrível, sound system desregulado e baixo, cenografia medíocre, público em peso de maloqueiros, preços extorsivos, muito aquém de todo o marketing que esses picaretas da No Limits pregaram.

    Desculpem as duras críticas mas a liberdade de opinião é ainda nossa única salvação contra esse mundo corporativista que transforma as pessoas em números e só pensa em ganhar dinheiro sem qualquer conexão espiritual com seu público.


  7. Fabricio
    22/11/2009

    paranormal se inspirou no cpm22 neh??
    o som mais baixo da história, a galera mais feia e desunida…os passinhos mais ensaiados….mano….uma bosta….
    xxx cada vez pior….


  8. AnonyMan
    22/11/2009

    No início estava muito afim de ir, porém foi passando com o tempo.
    Minha unica tristesa de não ter ido é ter perdido duas atrações que gostaria de ter visto e que pelo post… foram uma das unicas que valeram a pena.
    Felguk e Dr. Lektroluv.

    Para não ficar com muitas delongas… só uma frase que infelizmente esta se tornando real a cada ano.
    “Os festivais (já não podemos mais chamar de raves) grandes como XXXXPerience, Tribe e Kaballa já não são mais o que eram no início. Com o intuito de potencializar seus eventos, os responsáveis estão esquecendo da essencia do que realmente simbolisa as Raves. Consequentemente junto a este fato trazendo muita gente sem conciência nenhuma sobre a filosofia e beleza que as Raves já foram um dia.”

    Não me sinto bem nestas festas desde o ano passado, quando me preocupei mais em alguns “tipos estranhos” que estavam ao meu redor do que curtir o som e natureza que a Tribe (ultima de 2009) proporcionou.

    Sem mais…

    [ ]s a todos.


  9. Jorge Henríque Colluço
    23/11/2009

    Parabéns, Guilherme. Seu review não poderia estar melhor! É ótimo saber sobre a cena eletrônica mesmo estando numa região onde pouco se faz em relação a festas.


  10. Alexandre Levorato
    23/11/2009

    Aí está o detalhe da Magic Paradise! Realmente, o line está de parabéns, o fator principal para ser uma ótima festa (que eu nem estava sabendo que ía acontecer e falta só 1 semana!!!) é a falta da divulgação. Com uma baixa divulgação, se obtem um “verdadeiro público” aquele que vai porque gosta da psicodelia, da música de qualidade, da união por um bem em comum: se divertir na mesma sintonia. TOTALMENTE DIFERENTE do que se vê nas festas grandes onde a divulgação começa meses antes e como todo mundo já conhece os nomes fortes “XXXPerience” ou “Tribe”, vira moda, começam a aparecer pessoas estranhas e tudo mais o que é negativo… pessoas quem vão para furtar (já fui vítima também, roubaram o som do meu carro nessa ultima AdSutra) ou pra saír falando que foi, que é frequentador, que é bonito e tá na moda, que sabe dança “Psai Reboleichion Sensualize”… os velhos tempos se foram e quem começou a ír agora já perde logo o gosto quando vai na 1ª. Agora experimenta ír em uma Respect ou numa ELECTRANCE, por exemplo: QUEM GOSTA DE VERDADE NÃO LARGA MAIS! E graças à Deus temos alternativas boas como a Magic Paradise onde farei de tudo pra ír, pra curtir boa música com gente = a mim!!!


  11. Anonimous
    23/11/2009

    Electrance nãããão!!!
    Bando de vendidos…. Já se foi a Electrance séria…. agora tbm 80% dos lines são td low! Td moda… Poucas sao as festas em que toca aqueele estilo e vai quem realmente gosta daquela vertente… e nao por modismo!!!

    Eu nao fui na XXX e é uma festa que pretendo nunca mais ir, desde 2007 a ultima que fui!
    Acreditava ainda na TRIBE que mesmo com a tenda “Club” ainda mantinha no seu Main Stage o fullon sério, pegada pesada!

    Mas é decepcionante ver que até mesmo artistas “reis” do fullon, hoje se apresentam com o mesmo nome do projeto de fullon, mas com seu som numa pegada beeem voltada a low.
    Vc vai pra ver o cara na esperança que fará aquele set nostalgia, e sente aqueela tristeza de batidas totalmente minimalista! É LAMENTÁVEL!


  12. Frank Zinani
    23/11/2009

    Eu estava lá… XXX


  13. fernando thadeu
    25/11/2009

    É uma pena, concordo sim, com tudo q todos disseram, mas vejo tudo isso com outros olhos. Pois finjo q não estou vendo os caricaturas, tento fazer amizades com quem não parece ter roubado ninguem ainda, curto meus set’s conforme eu já tinha me organizado, e esqueço q palco parecia querer desmontar a qualquer momento ou q a tenda era pequena demais e a propaganda grande demais….
    …fico bravo sim com o som baixo! Isso é insuportável, mas fazer o q ? sabemos q tudo está mudando, e vamos por vontade própria, nós q escolhemos as festas q iremos ou q deixamos de ir….eu nunca liguei pra palco nenhum, se fosse um puxadinhu qualquer rolando um line de minha preferencia já estava bom.
    Vamos nós escolher melhor nossas festas, e divulgar aqui pra que todos nós, amantes de emusic, frequentemos juntos, e assim desfocar a culpa em organizadores carniceiros q encontramos em festas como essa.
    abraço e espero vcs lá!
    “AO ALTO E ALÉM”


  14. Alexandre Levorato
    26/11/2009

    Electrance não? Porque???
    Vejamos alguns pontos com todo respeito ao amigo que não se identificou:
    1º Onde você paga o menor preço para ír em uma festa desse porte? Isso citando XXXperience, Tribe, Kaballah, Orbital e Electrance, as quais eu conheço bem. 2º Onde você escuta o som mais alto? (pra mim o ponto mais importante de uma festa não existe = a Electrance) 3º Preços justos, onde você encontra uma boa água por R$3,00 hoje em dia com possibilidade de Combo (4 por R$10,00)? 5º Você citou que os Lives de Full On já se foram… você foi na ultima? (No Line tocou: Pixel, X-Noize, Sub 6, Black & White e Freedom Fighters) Acho que é suficiente e respeito quem só gosta de Full, assim como eu que adoro o bom e velho Full On e mesmo assim adoro acompanhar a evolução das festas que apresentam o Maravilhoso Progtrance, o Techno, o Electro, e até o Minimal do qual não sou muito fã, não considero modismo e sim uma evolução e pra mim é fundamental termos todos esses estilos e outras vertentes em uma boa festa… acho chato ir em uma Rave só de um estilo ou outro, onde só vai gente igual você… Diversidade é tudo! E os artistas tem que evoluir sem abrir mão dos seus projetos nostálgicos. GMS por exemplo continua com seu projetos tocando nas festas e ainda assim apresenta um Progressivo que dá gosto de ouvir no projeto Riktam & Bansi. É isso, já falei demais. Fui!


  15. Day
    26/11/2009

    E ae gente…
    Foi a primeira vez que fui na XxXperience…
    Quando cheguei, achei tudo tranquilo, organizado, tudo na boa…
    Mas com o passar do tempo a área vip foi lotando… lotando…
    até um ponto que não consegui mais ver o palco e quase fui esmagada
    na grade de proteção…
    Anim… estava com tanta xxxpectativa…
    Mas quem sabe o ano que vem não melhoram a divisão de
    ingressos com o tamanho do local…
    Valeu!!!


  16. NANA MARX
    28/11/2009

    Concordo em gênero, grau e número, em todos os pontos abordados pelo querido Guilherme.
    Agora vão até estranhar… eu não estive lá, mais foi tão claro a organização desorganizada. Mais nem precisei pra saber que apartir de todas as fotos postadas em sites, blogs e sites de realacionamentos de pessoas que estiveram, delatavam todas as “fraquezas”, que uma festa pretenciosa, porém mal organizada podia ter. As fotos também deixaram claras falta de calor humano, música full on de verdade… não opinião pacional e sim de todos os meus desconhecidos que conheci, acreditem… passando na vizinhança… gente moro numa cidade vizinha e nem mesmo recebi um convite… isso pra fechar com chave de lata, a divulgação foi a o pior ponto… que bom… que perdi…


  17. lan
    30/11/2009

    Esqueçam as festas de São Paulo, vamo começar a ir pras festas do Rio Grande do Sul lá o full on sério ta rolando solto!
    E po bem que podia rolar uma divulgação de festas que rolam full on bom aqui de curitiba e região aqui no psicodelia.org to meio por fora de correr atrás de festa mas sempre visito aqui, e ultimamente só tenho pego festa com muito low fraco -.-


  18. maa romano
    1/12/2009

    eu vi que uns homens tiraram foto de mim, mais eu não consigo encontrar em nenhum lugaar!
    e eu não sei qual era a publicidade deles, saco! =/


  19. diego
    2/12/2009

    Assim,

    Onde eu moro da aproximadamente 1000 km de Itu, andei 200 km de onibus posei num hotel para pegar um excursão para a XXX,

    Nunca tinha ido em uma dessas festas grandes, já cheguei em alguns raves menores, e sinseramente o clima é diferente, pessoas querendo fazendo amizade, gente que curte de verdade o som;
    Pode até parecer besteira, mas me assustei com a festa: Primeiramente por causa do povo, parecia um show do Racionais! O som estáva baixo quem não tava com back-stage saiu muito prejudicado, e puta que pariu 5 reais um cerveja ela custa uns 0,75 por atacado 700% de margem, é abuso já.

    Acredito que pela divulgação, pelo preço e por tudo até, deveriam ter deixado melhor o line (principalmente), e a estrutura da festa.

    No balanço geral muito dinheiro gasto 2.000 km, em um sentimento de arrependimento, pela espectativa criada sobre a festa.

    VLw


  20. Matheus
    31/01/2010

    Como já disseram a XXX perdeu a sua exencia !
    O bom Full on de antigamente não se toca mais, o Electro tomou conta de tudo e acabou se virando moda !

  21. vcs querem psicodelia??
    então venham para o outro mundo
    aqui no rio grande do sul..

Deixe seu Comentário

Você também pode acompanhar os comentários via RSS.

Shopping Cart

Seu carrinho de compras está vazio

Visite a loja

Siga o Psicodelia

... ou receba os posts por e-mail

Notícias via Twitter

    Arquivos


     Powered by Max Banner Ads 

     Powered by Max Banner Ads 
    O Psicodelia.org é movido a WordPress | Login | Mapa do Site | RSS dos Comentários | Tema desenvolvido por elielcezar.com