Respect: confira o review e as fotos
Karen
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Em 20/08/2009 às 04:15 - atualizado em 26/10/2010 às 01:28
Respect: confira o review e as fotos
Há tempos queria ir a uma festa que realmente valorizasse a cultura da cena eletrônica. Xiriry, EarthDance, UP, Respect e alguns festivais. Por algum motivo ou outro acabava não dando certo, mas enfim eu estava na minha primeira Respect.
O que posso dizer? Deveria ter sido umas das minhas primeiras festas, logo de cara. Para mim, pelo menos, que sou muito ligada à cultura e procuro sempre vivenciar e praticar os valores (PLUR) no dia a dia, esse com certeza é o universo certo – e paralelo.
Pontos positivos:
Natureza e sustentabilidade- Acho que nunca vi o sítio da vovó Martha (onde aconteceu a festa) como pude ver desta vez. Um sol Maravilhoso e forte brilhando no céu no domingo proporcionava uma vista da natureza do local.
- Com toda certeza a idéia de trocar latinhas e garrafas de água por fichas de consumação (1 real cada uma) é perfeita. 1º porque o chão da festa permanece limpo. 2º porque o Respeito à mãe natureza permanece em prática. 3º porque nós, freqüentadores também economizamos com isso.
- Os flyers, a estrutura, os papéis informativos.. tudo que era possível era feito de material reciclado. Não posso deixar de parabenizar à equipe por esta atitude que deveria ser aderida por todos os organizadores de festas e festivais de música eletrônica.
- Alimentos orgânicos na festa como lanches naturais e açaí.
- A decoração estava linda! Com borboletas e tendas para amenizar o calor
- Ponto importantíssimo é o uso de material reciclado para fazer tudo na festa.
- À noite era possível vivenciar um jogo de luzes no main stage que, no mínimo chamava atenção.
- Chill out: todo mundo sentado/deitado, apenas ouvindo e flutuando no som. Era essa exatamente a sensação que tinha quando ficava um pouco por lá.
- Banheiros na quantidade certa para suportar o público da festa
- Papel higiênico disponível até um pouco antes da festa acabar
- Sem filas nos banheiros
- Tendas longe uma da outra o suficiente para não atrapalhar o som da outra pista. Obviamente que uma hora ou outra, dependendo do local que estivesse era possível ouvir o outro som, mas nada que chegasse a irritar ou atrapalhar.
- Ah.. som alto! Bem alto...
- Ingresso não estava caro
- Estacionamento até certa hora da festa era gratuito
- Água a R$4,00 – preço que estávamos acostumados a pagar em festa.
Pontos negativos
- Poeira. Isso com certeza incomodava, mas não está ao alcance da equipe melhorar este ponto.
- Banheiros, apesar de muitos, alguns estavam intransitáveis. O que também é natural para o tanto de gente que freqüentou a festa
- Fila no bar. Um ponto a ser trabalhado. Não era absurdo o tamanho da fila. E apesar de grande, era bem organizada.
Créditos
Fotos: Karen Oliveira e Natália Trovatti. Namastê.Leia Também
Definitivamente apaixonada e viciada física e psicologicamente em música eletrônica. Há quase 3 anos frequentando festas (desde que completou 18 aninhos) pode aprender e evoluir muito pessoal e espiritualmente. Faz questão de relatar e dividir experiências com pessoas que, assim como ela, não vivem sem umas batidinhas na orelha o dia todo!






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